Município recebe pesquisadores, professores e estudantes da UFRN e do Instituto de Medicina Tropical para o desenvolvimento de estudo voltado à saúde genética da população.
Nesta sexta-feira (24), o Projeto Seridó-DYSF, em parceria com a Prefeitura de Ouro Branco e a Secretaria Municipal de Saúde, deu início às atividades de pesquisa voltada ao estudo da disferlinopatia, uma doença genética hereditária que afeta a musculatura.
A ação é realizada junto a Universidade Federal do Rio Grande do Norte (UFRN), o Hospital Universitário Onofre Lopes (HUOL/Ebserh), a Rede HUBRASIL, o Instituto de Medicina Tropical do Rio Grande do Norte (IMT-RN) e a Escola Multicampi de Ciências Médicas da UFRN (EMCM/UFRN), fortalecendo a integração entre ensino, pesquisa, assistência e gestão pública.
Os trabalhos estão sendo conduzidos pelos pesquisadores Dr. Mário Emílio, Dr. Iury Hélder e Dra. Selma Jerônimo, contando ainda com a participação de estudantes da UFRN dos Campus de Caicó e Natal, além de pesquisadores do Instituto de Medicina Tropical.
Durante todo o dia, as equipes realizam a coleta de dados clínicos e de amostras de sangue de participantes, especialmente de pessoas diagnosticadas com disferlinopatia e de seus familiares. O estudo permitirá ampliar o conhecimento sobre a doença, identificar possíveis portadores e contribuir para o desenvolvimento de estratégias voltadas ao diagnóstico precoce, orientação genética, planejamento familiar e acompanhamento em saúde.
A iniciativa representa um importante avanço para a saúde pública, inserindo nosso município em uma rede de pesquisa científica de relevância nacional, que reúne profissionais, pesquisadores e instituições comprometidas com a produção de conhecimento e com a melhoria da qualidade de vida da população.
Por meio dessa parceria, o Governo Municipal reafirma seu compromisso com o fortalecimento da saúde, incentivando ações que unem ciência, inovação e cuidado humanizado.

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